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Compartilhando idéias, falando sobre odontologia e trocando informações

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Estamos em ascenção, nos organizando para trazer ao leitor textos impactantes, modelados na medida das necessidades de nossos leitores e de nossas próprias.
Não temos a pretensão de sermos um blog que vem ensinar mas, estamos em movimento de pesquisa constante, para aprender e divulgar o que for relevante às idéias que inspiraram sua criação.
Esteja conosco. Será um prazer desfrutarmos deste tempo juntamente com você.

Equipe Odontologando

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Orientando pais sobre a criança autista no consultório dentário

  
O autismo infantil é um transtorno global do desenvolvimento caracterizado por um desenvolvimento anormal ou alterado, manifestado antes da idade de três anos, e apresentando uma perturbação característica do funcionamento em cada um dos três domínios seguintes: interações sociais, comunicação, comportamento focalizado e repetitivo (FRITH,1991/ CID 10 - 1993).

Orientando os pais


1.                 Qual a importância de levar meu filho autista ao dentista?

A prevenção é sempre o melhor caminho, então os pais devem incluir na rotina de seus filhos a visita ao dentista, afinal ele já está acostumado à consultas com fonoaudiólogas, psicólogas, terapeutas, etc. O profissional irá ensiná-lo a fazer a prevenção de cáries e doenças periodontais, além de técnicas facilitadoras para conquistar a boa higiene oral.

2.                 Meu filho(a) será atendido amarrado?

A contenção mecânica é uma forma de estabilizar o paciente para o tratamento odontológico. O paciente não é machucado ele é apenas estabilizado. Esse processo só é realizado com autorização do responsável. Em muitos casos a contenção só é usada 1 ou 2 vezes, até que o paciente confie no profissional e sinta que não sofre durante o tratamento. Para evitar esse procedimento é que indicamos o condicionamento para facilitar o tratamento odontológico.

3.                 Como é o condicionamento?

O condicionamento é realizado por profissionais treinados e que de forma lúdica apresentam o tratamento odontológico. O método falar-mostrar-fazer é empregado nessa fase. Também são utilizados fantoches, brinquedos, bolinhas de sabão e tudo mais que o paciente goste. Essas informações são conseguidas durante a entrevista com os pais, antes de iniciar as sessões de condicionamento.

4.                 E se meu filho não sentar na cadeira do dentista?

Não tem problema, nesse caso o condicionamento é realizado no chão sobre um tapete de E.V.A..  A medida que o profissional conquistar a confiança do paciente, ele será transferido de forma espontânea para a cadeira odontológica.

5.                 Quantas sessões de condicionamento serão necessárias?

O número de sessões é individual porque cada paciente é único. Não podemos criar expectativas para os pais. Nesse momento temos que explicar que é uma tentativa, que vamos fazer o possível e que temos que acreditar que é possível.  Nesses anos todos percebo que alguns pacientes surpreendem até os pais e logo estão familiarizados com a rotina da odontologia.

6.                 Não seria melhor a anestesia geral e fazer tudo de uma vez?

Todos  procedimentos tem sua indicação, inclusive a anestesia geral. Até pouco tempo todos pacientes autistas que necessitassem de uma intervenção mais invasiva eram levados ao centro cirúrgico e submetidos à anestesia geral. Hoje sabemos que é possível tratá-los em ambulatório utilizando as técnicas de condicionamento propostas. Tudo depende da motivação dos pais em tentar e da formação do profissional.

7.                 Meu filho terá que ser condicionado para sempre?

Quando o paciente conhece um procedimento e o aceita, em sessão seguinte não será necessário retomar o condicionamento porque ele já aprendeu ou seja já adquiriu essa nova habilidade. Quando o paciente se mostrar estressado na 2ª sessão devemos retomar o condicionamento anterior e ter certeza que ele confiou e aprendeu.

8.                 O tratamento é diferente?

Não. O tratamento para pacientes autista é o mesmo o que muda é a necessidade de facilitar esse tratamento usando para isso o condicionamento lúdico.



 Dra.Adriana Gledys Zink 

Fonte: WWW.adrianazink.blogspot.com


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Diastema - espaço entre os dentes. Tem SOLUÇÃO?

  


Diastemas são espaços extras entre dois ou mais dentes. É mais comum entre os incisivos centrais. As crianças costumam apresentar diastemas resultado da queda nos dentes de leite, mas que geralmente se fecham assim que os dentes permanentes erupcionam.

Origens dos diastemas:
- diferença de tamanho dos dentes;
- falta de dentes;
- anormalidade do freio labial ou lingual (tecido que se extende do lábio até a gengiva.
- problemas de alinhamento dental
- problemas gengivais - doença periodontal

Tratamento:
- Ortodontia - movimentar os dentes de forma a fechar o diastema;
- Protético - uso de coroas que aumentem o tamanho dos dentes;
- Dentistica - fechamento dos espaços com resina;
- Implates
- Frenectomia - Corte e reposicionamento do freio labial
- Preservar
- Combinação de uma ou mais terapias.








Dra Patricia P Pessi
ortodontista
patricia.pessi@hotmail.com

terça-feira, 24 de julho de 2012

HPV e as manifestações bucais

   *O que é HPV?
É um vírus (papilomavírus humano) que infecta a pele e se desenvolve em várias partes do corpo humano. Enquanto alguns tipos de HPV atingem as mãos e pés, outros têm preferência pela área genital, sendo transmitidos, em geral, sexualmente.

*Como a doença se apresenta?
O HPV pode provocar o aparecimento de verrugas genitais semelhantes à verrugas de outras partes do corpo. Como qualquer verruga, elas não doem e podem ser únicas ou múltiplas, pequenas ou grandes, rosadas ou acastanhadas.
Quando não são tratadas, as verrugas do HPV, podem crescer em tamanho e número, adquirindo o aspecto semelhante ao de "couve-flor". As verrugas genitais são chamadas de condiloma acuminado e popularmente são chamadas de "crista de galo".


Na cavidade oral, pode se manifestar de diversas formas, derivados de diversos tipos de HPV, apresentando-se como lesões benignas como o papiloma escamoso, a verruga vulgar, e a hiperplasia epitelial focal. Podem ser encontradas também lesões associadas à outras potencialmente malígnas como as leucoplasias e o líquen plano e finalmente ao próprio carcinoma espino-celular.

HPV é mais comum do que se pensa: a infecção pelo HPV já é considerada uma epidemia no mundo todo. No Brasil, é a principal DST (doença sexualmente transmissível), com mais de 10 milhões de pessoas infectadas.

Uma doença de homens e mulheres: o HPV está presente em 95% dos casos de câncer de colo de útero, sendo um dos principais causadores desta doença. Ele também está presente em quase metade dos casos de câncer de pênis e pode ser responsável por casos de câncer anal.
O homem, mesmo sendo portador do vírus, não apresenta lesão visível em 80% dos casos.

O HPV pode ficar escondido: permanendo no corpo humano sem apresentar sintomas, por muito tempo. As primeiras manifestações podem surgir, em geral, de dois a oito meses, mas, podem demorar até 20 anos. É praticamente impossível determinar em que época uma pessoa foi infectada.

O HPV tem tratamento: o tratamento para o HPV pode eliminar as verrugas e controlar a doença. Existem várias opções de tratamento e os resultados vão depender do sistema imunológico de cada um.
Algumas pessoas entram em contato com o vírus e não adquirem a doença. Outras, adquirem o vírus e o eliminam espontaneamente.
Pessoas com imunidade baixa, podem adquirir e permanecer com o vírus. As verrugas deverão ser tratadas à medida que aparecerem.

Vacinas: as vacinas, podem ser tomadas obtendo-se uma prevenção sobre os tipos de vírus mais prevalentes, responsáveis pelo câncer de colo de útero. Está indicada para mulheres entre 9 e 26 anos de idade e está disponível na rede médica privada, sendo fabricada por dois laboratórios diferentes.






Fontes: Ministério da Saúde

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Comida de dinossauro.

  
Um time internacional de pesquisadores, liderados pela Universidade de Bristol e pelo Museu de história Natural, recorreu à tomografia computadorizada e um modelo biomecânico para demonstrar como Diplodocus -- um dos maiores dinossauros de que se tem notícia - teve seu crânio adaptado para tirar folhas dos galhos das árvores. 
Segundo a pesquisa publicada este mês no jornal de Ciências Naturais Naturwissenschaften, o Diplodocus, que viveu no período Jurássico, media mais de 30 metros e pesava cerca de 30 metros. 
A controvérsia sempre foi grande, imaginando a enorme quantidade de plantas necessárias para alimentar o suposto herbívoro. Para solucionar o mistério, um modelo 3D foi criado através de computação gráfica para verificação dos esforços mastigatórios sobre o cérebro e os dentes. Desta forma chegou-se a conclusão que o formato dos dentes e da cabeça é compatível com a retirada de folhas de árvores, ou seja, o Gigante seria herbívoro!




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