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Compartilhando idéias, falando sobre odontologia e trocando informações

Este blog nasceu da necessidade de conectar a inspiração de suas criadoras com a mídia e as redes sociais.
Estamos em ascenção, nos organizando para trazer ao leitor textos impactantes, modelados na medida das necessidades de nossos leitores e de nossas próprias.
Não temos a pretensão de sermos um blog que vem ensinar mas, estamos em movimento de pesquisa constante, para aprender e divulgar o que for relevante às idéias que inspiraram sua criação.
Esteja conosco. Será um prazer desfrutarmos deste tempo juntamente com você.

Equipe Odontologando

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Características bucais do paciente com síndrome de Down

A síndrome de Down é uma alteração genética comum que ocorre na formação do bebê e é facilmente reconhecível.

As características bucais podem ser variáveis, porém algumas são frequentes:

  • Língua fissurada
  • Macroglossia (língua grande)
  • Protrusão da língua (projeção da língua para fora da boca)
  • Hipoplasia de maxila (maxilar pouco desenvolvido)
  • Postura de boca aberta
  • Respiração bucal frequente que resulta em ressecamento dos lábios
  • Largura e comprimento do palato significativamente reduzidos
  • Fenda palatina e labial ocasionalmente
  • Taurodontismo (alteração no desenvolvimento do dente)
  • Hipotonia muscular (pouca força muscular)
  • Problemas periodontais (sangramentos gengivais, presença de tártaro e outros/////////0
  • Alterações oclusais (alterações na mordida)
  • Cáries frequentes
  • Anadontia (falta de dentes)
  • Dentes pequenos




Leia também: 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Série especialidades: o que faz o radiologista?

 O radiologista e imaginologista, é um dentista especializado que faz uso de radiações e imagens que auxiliam o diagnóstico de possíveis doenças de todas as especialidades odontológicas.

Para ser radiologista, o profissional deve primeiro se formar dentista para depois fazer um curso de especialização, que tem a duração de 24 meses.

Durante a especialização, os profissionais são treinados a obter e interpretar imagens obtidas como por exemplo: radiografias periapicais, panorâmicas, tomografias computadorizadas dentre outras.

A radiologia traz um "terceiro olho" ao profissional para que através dele, possa ter dados complementares e relevantes à situação do momento de nossos pacientes.

Este profissional pode trabalhar em clínicas de radiologia odontológicas, consultórios e inclusive hospitais.


Tomografia Computadorizada





Radiografias Periapicais


Radiografia Panorâmica



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Devo dar chupeta ao meu bebê?




Chega de chupeta!

Qual mãe que não recorre a uma chupeta para o bebê parar de chorar? Nove entre dez, no mínimo. Mas saiba que o bebê não precisa de chupeta e que o seu uso pode trazer conseqüências sérias pelo resto da vida. Isso ninguém quer.
O bebê tem uma necessidade de sugar que é satisfeita quando realiza a sucção do peito da mãe na amamentação. Quando o peito está muito cheio de leite, o bebê mama sem precisar fazer esforço, matando a fome, mas não a vontade de sugar. Se isso acontece, o bebê pode chorar e só se acalmar quando a mamãe oferece uma chupeta.
Com a chupeta, o bebê satisfaz a sua necessidade de sucção, por isso se acalma, mas isso é prejudicial. Sabia? Fique tranqüila, pois existe outra forma de satisfazê-lo. Pois bem: quando a mamãe sentir sua mama cheia, o ideal é ordenhar, retirar um pouco de leite do peito para que o bebê tenha que sugar com mais esforço, matando assim a fome e a necessidade de sugar.
Para bebês que não amamentam, existem alguns copos de bico com válvulas que, para a retirada do leite, necessitam do esforço do bebê. Não use mamadeiras, pois prejudicam o bebê da mesma forma que a chupeta.
A mamãe tem que lembrar que a única maneira do bebê se comunicar é o choro. Ele vai chorar quando está sujo, com fome, com sede, com sono, quando quer carinho ou mesmo quando está feliz. O melhor é que a mamãe tenha paciência para descobrir o que seu bebê quer e não simplesmente oferecer uma chupeta que o deixará quieto por alguns instantes e não satisfará a sua necessidade de verdade.
“O uso da chupeta pode acarretar o desmame precoce. O bebê pode deixar de sugar o peito por causa da chupeta. Isso acontece porque a posição da língua na amamentação é diferente da posição de quando se suga a chupeta. Como sugar a chupeta é mais fácil, na hora da amamentação o bebê colocará a língua na posição da sucção da chupeta e não conseguirá retirar o leite, chorando de fome e rejeitando o peito”, explica a fonoaudióloga Jamile Elias.
Leite materno x chupeta - Nesse momento, as conseqüências já começam. O leite do peito é o melhor alimento para o seu bebê, contém todos os nutrientes necessários além de ser uma “vacina” (ajuda na formação do sistema de defesa do bebê). Se o bebê recusa o peito, sua defesa estará em baixa, acarretando em doenças respiratórias e alergênicas e o bebê poderá não receber todos os nutrientes que precisa para seu desenvolvimento e crescimento.
A sucção da chupeta deixa os músculos das bochechas, lábios e língua flácidos, sem força. Isso trará prejuízos na mastigação e deglutição. A criança não conseguirá mastigar os alimentos mais consistentes, tendo que a mamãe amassar bem os alimentos ou bater tudo no liquidificador, e isso não é nada bom.
O desenvolvimento da fala também será afetado já que a criança não terá força na musculatura para executar alguns sons. Um exemplo clássico é o personagem dos quadrinhos Cebolinha, que troca o “R” pelo “L”.
Outra conseqüência que a chupeta traz é a alteração da arcada dentária como a mordida aberta e a mordida cruzada. A criança fica com os dentes tortos e com a face desarmônica, isto é, um lado do rosto diferente do outro, contribuindo ainda mais para a dificuldade de mastigar, deglutir e falar.
Mais problemas – O simples uso da chupeta pode trazer outros malefícios à criança futuramente. A respiração é outra função que também se altera. O uso da chupeta faz com que a criança respire pela boca. A respiração oral ocasiona alteração de postura, sono agitado, com ronco, deixando a criança cansada, sem vontade de brincar, desatenta, contribuindo assim para dificuldades escolares.
Antes de oferecer a chupeta, as mamães devem pensar nas conseqüências que isso trará para o seu pequeno. Será que seu filho irá gostar de ter os dentes tortos e precisar de aparelho dentário? Irá se sentir bem com os amiguinhos zombando dele por não saber falar direito e não conseguir brincar por causa da respiração oral? Ficará contente se ficar para recuperação e perder as férias? Claro que não. A pergunta que fica: depois de tudo isso, vale a pensa usar chupeta?

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