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Compartilhando idéias, falando sobre odontologia e trocando informações

Este blog nasceu da necessidade de conectar a inspiração de suas criadoras com a mídia e as redes sociais.
Estamos em ascenção, nos organizando para trazer ao leitor textos impactantes, modelados na medida das necessidades de nossos leitores e de nossas próprias.
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Equipe Odontologando

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Os 5 maiores arrependimentos da vida.

Bronnie Ware, uma enfermeira australiana, que cuida de pacientes em suas últimas semanas de vida, revela que a falta dos amigos é uma das reclamações mais comuns no leito de morte.

No livro "The Top Five Regrets of the Dying" (Os cinco maiores arrependimentos de quem está morrendo). Bronnie compartilha suas experiências e conta quais são as queixas de quem chegou à beira da morte.

1. Queria ter aproveitado a vida do meu jeito e não da forma que os outros queriam
Ao final da vida, fica mais fácil ver quantos sonhos foram deixados para trás. “A saúde traz uma liberdade que poucos percebem que possuem, até que a perdem”.

2. Queria não ter trabalhado tanto

Desejo comum a todos os homens que ela atendeu. Eles reclamam sobre sentir falta de acompanhar o crescimento das crianças ou de passar mais tempo em  companhia de sua esposa. Já a maior parte das mulheres, pacientes da enfermeira são geração em que nem todas precisavam trabalhar para sustentar a família.

3. Queria ter falado mais sobre meus sentimentos

Para viver em paz com outras pessoas, muita gente acaba suprimindo seus próprios sentimentos. De acordo com a enfermeira, alguns de seus pacientes até desenvolveram doenças por carregar esse rancor e esse ressentimento e nunca falar sobre o assunto.

4. Não queria ter perdido contato com meus amigos
“Todos sentem falta dos amigos quando estão morrendo”, afirma Bronnie. Segundo ela, muitas pessoas não percebem que sentem saudades dos amigos até as semanas que precedem sua morte.

5. Queria ter me permitido ser feliz

De acordo com Bronnie, muitas pessoas só percebem no fim que a felicidade é, na verdade, uma questão de escolha. “O medo de mudar fez com que eles fingissem para os outros e para eles mesmos que eles estavam satisfeitos quando, no fundo, tudo o que eles queriam era rir e ter mais momentos alegres”, conclui.




quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Um dente sobre o outro é normal?

    Uma situação muito comum, na clínica odontopediátrica é quando o dente decíduo ( dente de leite) ainda não caiu e o permanente começa a erupcionar (nascer).

É uma situação em que as famílias devem estar atentas para perceberem a necessidade de levar a criança ao odontopediatra, para que o dente decíduo possa ser removido, deixando espaço para que o dente permanente ocupe seu lugar.

Nas fotos abaixo, o dente de leite é o canino superior decíduo esquerdo e o  dente permanente sobre este  é o canino superior permanente esquerdo.

Antes da exodontia ( extração)

Após a exodontia

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Como superar o medo do dentista

Aqui vão algumas dicas do que fazer para vencer o desconforto.

Por Massimo Barbieri para a revista Mente e cérebro.
ESCOLHA O DENTISTA QUE “COMBINE” COM VOCÊ
É importante confiar no profissional, principalmente se você já teve alguma experiência desagradável em tratamentos odontológicos. E, se necessário, procure outro especialista com o qual se sinta mais à vontade.

DESCREVA SEUS MEDOS
Falar sobre como sente o problema às vezes é suficiente para aliviar a tensão. Hoje muitos dentistas estão preparados para lidar com ansiedades dos clientes; por isso, logo na primeira consulta é importante expor receios e inseguranças. Se não bastar, um psicólogo pode ajudar.

NÃO SINTA VERGONHA
Muitas pessoas ficam constrangidas e escondem seu medo de submeter-se ao tratamento odontológico. É importante saber que você não está sozinho: a odontofobia é um problema frequente, e os homens, em particular, ficam bem mais tranquilos quando admitem essa dificuldade e percebem que ter medo não diminui de forma alguma sua virilidade.

O QUE MAIS ASSUSTA
Muitas vezes o medo parece difuso, o que faz com que se torne maior e mobilize grande energia. Por isso, em muitos casos é útil discriminar esse sentimento, identificando o que provoca mais incômodo no tratamento: a injeção, o cheiro típico do consultório, o temor de sentir dor mesmo sob efeito da anestesia ou outro aspecto qualquer. 

LIVRE DE COMPROMISSOS
Para as pessoas que enfrentam grande desconforto com o tratamento, “espremer” a consulta entre um compromisso e outro pode ser ainda mais estressante. Em geral, marcar um horário quando estiver menos sobrecarregado ajuda a chegar ao consultório mais relaxado. Para algumas pessoas é preferível uma hora pela manhã, já que com o passar do dia as fantasias assustadoras tendem a aumentar. 

A INFORMAÇÃO PODE AJUDAR
Você pode pedir ao dentista que lhe explique cada passo do tratamento e combinar com ele um sinal para que interrompa a ação caso a dor fique muito forte; geralmente, o fato de sentir que tem a situação sob controle o ajuda a sentir-se mais seguro.

RELAXE ANTES
Não consuma alimentos ou bebidas excitantes, como café, chá-mate ou refrigerantes, pouco antes da consulta. É conveniente evitar estas substâncias também na noite anterior, já que a ideia é dormir bem e chegar ao consultório descansado. 

VISITAS MAIS FREQUENTES, MENOS PROBLEMAS
É recomendável fazer duas consultas de rotina por ano. Esta assiduidade, somada a uma higiene bucal correta com uso constante de fio dental e enxaguante, costuma reduzir a necessidade de intervenções mais invasivas – e, portanto, mais temíveis.


Os pais podem colaborar

A criança deve ir ao dentista pela primeira consulta por volta dos 3 anos e retornar a cada seis meses, mesmo que não haja problemas. Dessa maneira, os pequenos se familiarizam com o consultório dentário, e quando for necessário fazer um tratamento não vão se assustar com a novidade.


O mais indicado é escolher um odontopediatra e desconfiar de dentistas que (na maioria das vezes para disfarçar a própria incapacidade) dizem que algumas crianças são muito pequenas para ser tratadas. Em geral, os pequenos são colaborativos a partir dos 2 anos e meio.


Os adultos jamais devem usar o tratamento odontológico ou o profissional dessa área como ameaça de punição, com frases do tipo “se não escovar os dentes, amanhã te levo ao dentista para te dar uma picada na boca”.


Não fale na presença das crianças sobre tratamentos difíceis ou dolorosos aos quais você ou algum conhecido tenha se submetido ou sobre experiências negativas ocorridas no dentista.


Não aceite submeter seu filho à anestesia geral, exceto em caso de extrema necessidade. Em caso de dúvida, procure uma segunda opinião e, se necessário, opte por outro profissional capaz de contornar a não colaboração da criança com outros métodos, como jogos ou abordagem acompanhada por psicólogo.



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